domingo, 13 de dezembro de 2009

Exercícios para a Melhor Idade (3a. Idade) e para o fortalecimento geral do corpo

PA TUAN CHIN SENTADO
Cresce nos dias atuais a necessidade de adquirirmos fortalecimento em situações específicas relacionadas ao envelhecimento ou situações de enfraquecimento parcial do organismo.
Foi focado nessas possibilidades que desenvolvi um vídeo/aula onde as pessoas podem se beneficiar de treinamentos chineses antigos e ao mesmo tempo muito eficientes.
O seu conteúdo apresenta como enfoque principal o Shí San Shì Tai Chi que é uma forma básica dos treze movimentos essenciais do Tai Chi Chuan, e também presenta os exercícios do Pa Tuan Chin Sentado e do Tai Chi Sentado, muito famosos na China e que hoje vêm se difundindo pelo mundo como excelentes métodos de fortalecimento físico e energético.
Segue um trecho desse trabalho:
INTRODUÇÃO AO TCHI KUN E AO PA TUAN CHIN
Dentre o grande universo de técnicas para fortalecimento físico através de exercícios, devemos destacar aquelas pertencentes ao Tchi Kun, termo chinês que designa o trabalho com a energia (Tchi).
Dois aspectos básicos dão a esses exercícios uma qualidade ímpar:
1) O adepto deve exercitar a sua mente em conjunto com os movimentos corporais, o que proporciona uma grande interiorização e serenidade. Uma vez iniciada a prática, deve-se manter a mente livre de pensamentos e concentrar, principalmente, na região do baixo ventre denominado "Tan Tien".
2) Os movimentos corporais devem estar harmoniosamente combinados com uma atitude mental positiva, nunca excedendo os limites físicos individuais, uma vez que, dentro da filosofia antiga de grandes mestres das artes corporais no oriente, cada indivíduo apresenta dentro de si todo um universo de sabedoria, necessitando, portanto de ter plenamente preservado o seu próprio ritmo de progressão em suas práticas.
Muitos estudos do campo médico chinês têm constatado benefícios diversos entre os praticantes destas técnicas, sobretudo quanto ao estímulo da circulação de sangue e consequentemente, de energia Tchi pelo corpo, e também quanto ao fortalecimento do sistema nervoso e quanto ao aumento da capacidade imunológica.
O Pa Tuan Chin é uma sequência de 08 exercícios dos mais importantes dentro do Tchi Kun. Seu significado "oito peças de brocado" sintetiza um esforço metafórico para designar algo tão precioso para a saúde, como a própria seda o é como mercadoria para o comércio.
A sua origem remonta os tempos da dinastia Song há aproximadamente 800 anos onde, segundo a história, teria sido concebido especialmente para aumentar a resistência física dos soldados imperiais, tendo como base os princípios milenares do chamado Tchi Kun interno e marcial, uma espécie de sintetização das técnicas corporais antigas do povo chinês, onde se objetivava cultivar a energia através de processos alquímicos no interior do corpo dos praticantes.
A sequência do Pa Tuan Chin sentado, que será apresentado, reúne a eficácia terapêutica com a praticidade na execução dos exercícios, uma vez que permite ao adepto efetuá-los sobre a cama, numa cadeira ou onde for mais confortável, de acordo com as suas possibilidades.
É ideal para situações de fadiga generalizada, restabelecimento após grandes desgastes físicos ou psíquicos e também para convalescença pós-operatória, conforme o caso.
EXPLICAÇÕES DOS EXERCÍCIOS DO PA TUAN CHIN
A prática do Pa Tuan Chin sentado requer alguns cuidados preliminares. Procure um local arejado, livre de umidade e frio, principalmente no caso de se optar por sentar-se no chão. Nunca efetue qualquer tipo de prática em contato direto com pisos frios.
No caso de execuções sobre a cama, recomenda-se que sejam utilizados colchões ortopédicos ou semi-ortopédicos, uma vez que o afundamento excessivo do corpo na superfície de apoio prejudica diretamente a postura da coluna, principalmente a cifose toráxica natural que se acentua para compensar a angulação inadequada do tronco com as pernas, na articulação coxo-femural. Isso poderá ocasionar dores indevidas nas costas.
Ao sentar-se, procure relaxar todo o corpo e serenar a mente. As pernas cruzadas em postura de "meio lótus ou lótus completo", conforme a possibilidade de cada pessoa. Se isso não for possível, pode-se apenas cruzar da maneira mais simples as pernas.
Os três primeiros exercícios da sequência de Pa Tuan Chin sentado são realizados com as pernas cruzadas. Já no quarto e no quinto deve-se estender as mesmas, que voltarão a se cruzar no 6o, 7o e 8º É recomendável portanto, que se trabalhe a lateralidade do cruzamento das pernas, por exemplo: se nos três primeiros exercícios o praticante cruzar a perna esquerda por cima da direita, nos três últimos ele deverá cuidar para cruzar a perna direita sobre a esquerda

domingo, 20 de setembro de 2009

Reequilíbrio da Energia Física e Mental

Palestra do Professor de TAI CHI CHUAN Douglas Wenzel Rodrigues


Tema: Reequilíbrio da Energia Física e Mental


REVENDO O CONCEITO DE ENERGIA NO CORPO

A energia não deve ser considerada apenas como um fenômeno fisicamente detectável por instrumentos medidores, a exemplo dos tantos já existentes.
Haveria, pois, algum aparelho capaz de medir a felicidade ou a depressão das pessoas? E se assim o fosse haveria algum parâmetro para se verificar a intensidade destes sentimentos e fazer uma comparação para poder se afirmar que alguém é mais feliz do que outrem?
Precisamos compreender a idéia de que a energia é algo muito mais amplo do que a manifestação física. Ela nasce nos planos sutis e é para lá que retorna, após percorrer seu trajeto e deixar as suas conseqüências.
Nosso corpo físico, neste caso, é o caminho projetado para a manifestação da energia, que, verifica-se sempre, em primeira instância, em nossas emoções e sentimentos, vindo a surtir efeitos posteriores no organismo propriamente dito.
Quando alguém acredita estar doente, é preciso logo tratar de fazê-lo mudar esta concepção. Isto é muito importante.
Quando iniciamos um trabalho de auto-observação e disciplina, começamos a notar que podemos melhorar muito a qualidade de energia que circula em nós mesmos.
É por isso que o stress faz tanto mal, pois é um conjunto de fatores externos atuando e determinando o que devemos fazer, quando o certo seria nos conectarmos comum processo contrário.


A ENERGIA NO TAO E OS CINCO ELEMENTOS

Existe dentro do Universo duas Leis muito preciosas:

- A lei do Tao

É a essência de tudo o que existe, considerando aquilo que conhecemos e aquilo que ainda não podemos os conectar, em outras palavras, todo o universo.
As representações das energias Yin e Yang, nos sugerem a idéia da bipolaridade (negativo/positivo) (homem/mulher) (preto/branco), etc.
São também a demonstração da evolução dos ciclos de todo e qualquer processo, seja ele bom ou ruim, que aparecem na existência dos seres, além de nos mostrar a decrepitude destes processos e a sua transformação, ou seja, o início de uma nova fase com novos ensinamentos.
Para o sentido energético, podemos colocar que seria uma combinação destas duas polaridades, a serem mantidas de tal forma a nos proporcionar um equilíbrio por todo o corpo.
Este equilíbrio, como demonstra a linha entre as duas lateralidades do símbolo, é dinâmico e sinuoso. Devemos entender com isso, que a receita de equilíbrio não pode ser comparada às receitas convencionais. Ela será adequada a cada indivíduo e assumirá a forma que os seus processos psicofísicos determinarem.
Cada ser possui em seu microcosmo, um TAO íntimo, que, em síntese, reflete e possui as mesmas características do grande TAO supremo, chamado TAIJI.
Caberá a cada um, descobrir o seu ponto de equilíbrio, principalmente na questão da masculinidade e feminilidade.


OS CINCO ELEMENTOS (Linha Oriental)
Quando o homem se coloca com os pés afastados, braços abertos e cabeça erguida, mirando o horizonte, pode-se projetar nele cinco pontos extremos, quais sejam: ponta dos dois pés, pontas das duas mãos e topo da cabeça.
A lei dos cinco elementos também é muito abrangente, porém é mais direta e palpável quanto à energia dos seres humanos.
Cinco são também as fontes de energia aí consideradas:

ELEMENTOS FONTE DE ENERGIA
Madeira Energia Cósmica
Fogo Energia Interpessoal
Terra Energia dos Alimentos Sólidos e Líquidos
Metal Energia dos Alimentos Gasosos
Água Energia Ancestral

Percebemos, portanto, como o ser humano é mais complexo do que se possa conceber quando o consideramos apenas um aglomerado de matéria física.
Se assim o fosse, mais de metade das qualidades energéticas seriam descartadas. Aliás, isso acontece com muita freqüência. Podemos dizer inclusive que, mesmo a energia dos alimentos é muito mal administrada pela maioria das pessoas.
Cada uma das cinco energias têm igualmente valor importante, ainda que se componham de forma distinta umas das outras.
Finalizo a explanação, propondo a todos que atentem mais para o Universo que os circunda, e que, aos poucos, percebam melhor o próprio Universo íntimo. Certamente, se tiverem persistência, experimentarão a grandeza deste conhecimento.

sábado, 12 de setembro de 2009

Massagem para Cabeça e Pescoço

Massagem para Cabeça e Pescoço

Algumas das principais debilidades do organismo humano se devem ao fato de não haver uma circulação correta de energia da cabeça para o restante do corpo. Isso se dá quando o indivíduo, por qualquer motivo específico em suas atividades, não consegue refrear seus pensamentos.
Sabemos muito bem que o dia-a-dia nos impulsiona à uma demonstração constante de inteligência e raciocínio, de preferência muito rápidos. Esse processo nos causa muita excitação, contudo, quando se projeta em uma constância excessiva, nos projeta ao desequilíbrio.
Os chineses comparam os seres humanos com muita energia mental mal distribuída, à uma garrafa cheia de líquido, que repentinamente é emborcada de cabeça para baixo. A dificuldade da passagem do referido líquido no afunilamento do gargalo é semelhante à região do pescoço e ombros desses seres, sempre congestionados e rígidos.
Devemos entender que apesar de receber várias denominações, e de possuir diversas formas de manifestação, a chamada energia “tchi” possui estrutura semelhante ao sistema circulatório, ou seja, é um circuito fechado e quando se acumula em uma determinada região do organismo, certamente irá faltar em outra, além de causar muitos efeitos indesejáveis no local de congestão.
Com toda essa explicação, gostaria de mencionar que o “mal da energia acumulada na cabeça” é um dos transtornos mais comuns nos dias de hoje, uma espécie de preço que o homem precisa pagar por apresentar uma estrutura cerebral avantajada e que, diga-se de passagem, pode e deve ser redirecionada para objetivos maiores do que os que normalmente observamos a maioria dos indivíduos.
Segue abaixo uma das práticas mais eficazes para ajudar a circular a energia nessa região. Ela é resultado da combinação de diferentes fontes chinesas de “Tchi Kun” para desbloqueio de tensões, drenagem linfática, massagem miofacial, acupressura, Tui Ná e se complementa com dois exercícios da sequência das Nove Dobras (rodar os ombros e subir e descer os ombros alternadamente):

Seqüência de manobras para equilibrar a energia do pensamento (cabeça) e sua interação com a energia do sentimento (pescoço) pelo organismo

1) Pressão média e fricção circular com as pontas de todos os dedos das duas mãos simultaneamente em diversas áreas do couro cabeludo.
2) Deslizar com a palma da mão direita 9 vezes no topo da cabeça (sentido horário) mais nove vezes com a esquerda (sentido anti –horário) (ponto VG20) 100 reuniões.
3) Deslizamento (antero-posterior) começando no alto da testa e terminando na nuca (base do osso occipital), com os 10 dedos em garra, ao mesmo tempo, fazendo um movimento sincronizado, como se estivesse “penteando o cabelo”.
4) Com as palmas tocadas na lateral do crânio (osso parietal), de forma que os dedos apontem para o topo da cabeça (vértice), pressionar com os polegares alguns pontos na nuca (ex. VB20 e B10).
5) Puxar os cabelos.
6) Deslizamento simultâneo com as palmas das mãos desde a testa (osso frontal) passando pelas têmporas e descendo pela face até o queixo.
7) Abaixar e voltar a cabeça para trás expressando sinal de “sim”(flexão anterior e extensão posterior do pescoço). 9 vezes.
8) Tocar as palmas nas orelhas com cada dedo médio entrelaçado sobre seu respectivo indicador, todos apontando para a região da nuca (occipício) e percutir nesse local (bater o tambor do céu).
9) Tapar os ouvidos com a palma das mãos (cotovelos afastados). Pressionar e soltar aumentando o ritmo.
10) Pinçando com polegares e indicadores nas respectivas bordas auriculares (hélix), contornando-as de baixo até o ápice e retornando para a base.
11) Puxar suavemente para várias direções a base da orelha (lóbulo).
12) Deslizar com as pontas dos dedos indicadores pelas reentrâncias das orelhas (conchas), formando um “C”.
13) Tapar e vibrar nos respectivos orifícios auriculares com os indicadores.
14) Fricção descendente nas laterais anterior e posterior da orelha com os dedos médio e indicador em forma de tesoura.
15) Com os dedos indicadores e médios, dobrar para a frente e soltar as orelhas.
16) Inclinar a cabeça para os lados como se quisesse encostar a orelha no ombro (flexão e alongamento lateral do pescoço). 9 vezes.
17) Massagem deslizante e leve com os indicadores sobre o globo ocular (olhos fechados) desde o canto do olho (sulco lacrimal) até as têmporas.
18) Deslizamento com pressão média percorrendo a borda da ossatura que abriga o globo ocular.
19) Movimentar os olhos para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita, girando no sentido horário e anti-horário.
20) Piscamento rápido (olhando para frente).
21) Abrir os olhos e levantar um dos braços, postando o polegar apontado para o céu (sinal de “positivo”) e focá-lo, dirigindo em seguida o foco ao horizonte (atrás do mesmo polegar). Fazer a permuta do foco por 3 vezes.
22) Esfregar as mãos e colocá-las em concha sobre os olhos (palming) – relaxá-los.
23) Pressionar o canto interno do olho (osso lacrimal) em ambos os lados, simultaneamente, com os indicadores (ponto B1).
24) Deslizar com os mesmos indicadores desde o entresenho, passando pelas bordas laterais do nariz até as bochechas (sobre os músculos bucinadores), repetindo o percurso por 3 vezes.
25) Beliscar as bochechas, de forma intercalada, com a boca entreaberta.
26) Bocejar 3 vezes.
27) Esfregar as mãos e colocar as palmas cada uma sobre a sua respectiva face.
28) Fazer movimentos de pinçamento, deslizamento e amassamento no dorso do nariz, da sua raiz até a ponta, revezando as mãos, tamborilando, em seguida, a ponta do mesmo, de forma rápida e intercalada, com a polpa dos dedos indicadores (ponto VG25).
29) Pressionar os pontos imediatamente laterais às asas nasais (IG20).
30) Torcer o pescoço para os lados, expressando sinal de “não” por 9 vezes (rotação da cabeça sobre o pescoço).
31) Fazer fricções com os indicadores (vai e vem) nos lábios e depois fazer semi-círculos simétricos com os dedos indicadores ao redor dos lábios (músculos orbiculares da boca), deslizando os mesmos de cima para baixo e vice-versa.
32) Pinçar e puxar para frente os lábios superiores e inferiores, com pequenas rotações.
33) Alongar a língua para fora da boca e retraí-la por 3 vezes.
34) Esfregar a ponta da língua na parte frontal e anterior da arcada superior e inferior, de um lado para o outro das mesmas e também no céu da boca (palato) fazendo círculos e “zig-zag”.
35) Bater as arcadas dentárias, mascar e bochechar o ar.
36) Pinçamento da borda da mandíbula desde a proximidade de cada orelha até o queixo, com as duas mãos ao mesmo tempo e os polegares na parte inferior da mesma.
37) Engolir a saliva dividindo-a em 3 partes (geração da água sagrada).
38) Palmas na nuca com amassamento da musculatura do pescoço e ombros (sobretudo o esternocleidomastóideo e o trapézio).
39) Encolher e soltar os ombros.
40) Girar a cabeça para todos os lados, circularmente, nos sentidos horário e anti-horário por 9 vezes (circundução da cabeça sobre o pescoço).
41) 7 º e 8º Movimentos das 9 dobras (ombros).

domingo, 9 de agosto de 2009

Massagem - A Terapia do Toque

A massagem é uma prática milenar empregada com finalidades terapêuticas e relaxantes. E mais: considerando a existência de uma energia no corpo, a massagem cuida também do lado emocional, promovendo o equilíbrio do organismo. Trata-se de uma prática, portanto, com o objetivo de cuidar das pessoas física, mental e emocionalmente, além de deixá-las mais bonitas.
Você não imagina o bem que está fazendo ao seu corpo ao entregar-se à uma sessão de massagem. Relaxar a musculatura é o primeiro benefício. Depois, com movimentos específicos de deslizamento, amassamento e percussão, os vasos sanguíneos se dilatam, ativando a circulação, que oxigena as células e nutre os tecidos.
As massagens terapêuticas: Drenagem Linfática e Estética se transformam em instrumentos eficientes para combater inchaços, gordura localizada e celulite, liberar toxinas, tratar acne e hidratar a pele.
A Massagem Chinesa, utilizando-se da ação e inter-relação dos meridianos e pontos de manifestação da energia “Tchi”, tem efeitos que unem a agradável liberação de tensões localizadas com um reequilíbrio profundo desta energia, atuando sobre as bases e origens dos sentimentos e comportamentos negativos, aliviando o stress e estimulando as defesas naturais do organismo.
As massagens relaxantes e as técnicas bioenergéticas: ReiKi, Jin Shin Do e Tibetana, preocupan-se com o corpo e mente, visando a saúde plena no plano físico e espiritual.
Mas as massagens só produzem esses efeitos em pessoas que sintam prazer em serem massageadas. É que a pele, que possui mais de 600.000 receptores sensoriais, reage imediatamente ao toque. Se ele for agradável, o corpo responde de forma positiva, relaxando a musculatura. Se a sensação for desagradável, a massagem automaticamente será percebida como desconforto, retesando os músculos e provocando desde cócegas até dores no corpo. A dica principal é sempre procurar profissionais indicados e de confiança, visando eliminar ou pelo menos minimizar esse problema.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Cursos e Workshops

Os cursos de Tai Chi devem abordar vários assuntos inerentes à essa técnica marcial.
Podemos salientar os aspectos filosóficos,técnicos, históricos, terapêuticos e outros complementares.
Quanto ao sentido técnico, muitas são as possibilidades.
Temos por exemplo os exercícios respiratórios e meditativos de "Tchi Kun", com muitas possibilidades de aplicação.
Temos também os treinamentos do "Thuei Shou", que são muito úteis para aflorar a intenção marcial das situações de ataque e defesa.
Por fim é importante salientar que o Tai Chi além de possuir estilos diferenciados, provenientes de famílias tradicionais da antiga China, também oferece ao adepto a oportunidade do uso de armas específicas, que podem se constituir num processo de desenvolvimento do praticante dentro do seu aprendizado.
O Tai Chi Chuan nasceu da observação da natureza e dos animais. É um encadeamento de mavimentos que utiliza o próprio corpo para o combate. Não possui contra-indicações, previne doenças e aumenta a resistência física.
O Tai Chi Espada (Jian) é uma prática solo que permite o fortalecimento da energia interna. A espada é considerada como a "arma superior" entre as armas tradicionais chinesas.
O Tai Chi Sabre (Dao) é uma modalidade de formas redondas e espiraladas, que proporciona uma sintonia intensa com o fluxo de energia do próprio corpo.
O Tai Chi Leque (Shen) se constitui num excelente treinamento para se expressar a graça e a harmonia. Seus movimentos chamam a atenção pela exuberância e plasticidade com que são executados.
O Tai Chi Lança (Tchiang) trabalha a precisão e o controle dos ritmos internos, uma vez que exige do praticante muita concentração na velocidade dos golpes, que sempre necessitam de serenidade e técnica para serem bem executados.

Workshops
Outra possibilidade de se conectar com as atividades do Tai Chi é através de vivências em grupos .
Estes trabalhos ocorrem durante um final de semana e objetivam a interação do mundo exterior e interior dos participantes, capacitando-os a atuarem melhor no seu dia a dia. Têm sido realizados desde 1998 em hotéis fazenda ou spas como: Espaço Metamorfose, Spa Mãe Natureza, Hotel Spa Ch'an Tao e Hotel Ponto de Luz.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Alunos no Jardim Botânico



Nossa prática foi muito bonita e causou uma ótima impressão para os demais visitantes no parque. Acredito que divulgamos muito bem o Tai Chi no seu dia internacional.
Boa semana para todos!

domingo, 28 de junho de 2009

I Ching

I Ching
A consulta desse poderoso oráculo sempre foi comum desde a China antiga. Aliás, desde a sua origem que remonta tempos imemoriais há milênios atrás, observa-se um constante crescimento do interesse pelas suas orientações ao longo de todo esse periodo.
O I Ching é mais que um simples oráculo. É antes sim um sistema de compreensão de si mesmo e, como o próprio nome propõe, um sistema de auto-transformação.
Conforme os próprios anais sugerem, quem o consulta deve sempre cuidar para que aquilo que se queira perguntar seja algo objetivo e claro, justamente para que o que se possa obter como resposta não venha a se tornar evasivo ou confuso.
A consulta pode de realizar por cartas, por moedas ou pelas varetas de caule de milefólio. Particularmente considero a terceira opção a mais apropriada para que se estabeleça maior concentração e consequentemente profundidade, uma vez que é mais complexa em sua metodologia de cálculos e também mais demorada quanto à obtenção do(s) hexagrama(s) como resposta.
Vale a pena, portanto, mencionar outra máxima do I Ching que reza: não queira consultar esse oráculo caso não se encontre firmemente determinado em buscar a sabedoria dentro de si mesmo.

sábado, 20 de junho de 2009

Medicina Tradicional Chinesa

Auriculopuntura

Este é um tratamento alternativo, isento de efeitos colaterais e de ação global, onde é obtido um eficaz reequilíbrio energético e combate-se diversas disfunções, inclusive vícios.
A técnica consiste na aplicação de agulhas reduzidas de formato especial, pequenas esferas metálicas, sementes específicas e outros elementos no pavilhão auricular, onde encontra-se representado todo o corpo humano, conforme a lei da reflexologia (pontos do corpo que se refletem em determinada região) e dos mocrosistemas (pequenas partes do corpo onde pode-se tratar todo o organismo).
É importante mencionar que ao longo da história foram pouquíssimos os casos de inflamação aguda da orelha causada por esse tratamento em combinação com ausência total de higiene, ou seja, podemos afirmar que hoje em dia é praticamente zero a possibilidade de ocorrer alguma complicação nesse sentido, com o uso das agulhas esterilizadas ou das esferas ou sementes devidamente armazenadas.

domingo, 7 de junho de 2009

Astrologia Chinesa

A Astrologia Chinesa possui milênios de história e deriva da fusão do Budismo Tibetano com o Taoismo, tendo sido utilizada para orientação dos indivíduos no sentido de se tornarem pessoas mais espiritualizadas, isso desde os seus primórdios.
Sua base está na Medicina Tradicional Chinesa e permite inclusive uma relação com os hexagramas do I'Ching.
O mapa astrológico possui os seguintes tópicos:

1) Cálculo dos quatro binômios (quatro signos: ano, mês, dia e hora, com seus respectivos elementos);
2) Distribuição da incidência e polaridade da energia no diagrama dos cinco elementos;
3) Ideogramas do signo e elemento do ano;
4) Análise dos aspectos dos Troncos Celestes (elementos em desequilíbrio, dicas, alimentação, comportamento, aperfeiçoamento profissional, geração dos Troncos Celestes e maiores incidências);
5) Análise dos aspectos dos Ramos Terrestres (signos correspondentes ocidentais pela linha dos eventos climatológicos e pelo Fong Shuei, ascendente, triângulo das afinidades, conflitos, dificuldades, choques, união dos Ramos Terrestres) ;
6) Relação dos signos individuais;
7) Posicionamento da essência no cosmos (passado, presente, futuro);
8) Saúde: maiores cuidados, nível de circulação do Tchi, tendências, emoções, pontos da Tartaruga Mística, pontos do Fluxo Cronobiológico, data ideal para tratamentos, fatores de equilíbrio e cuidados especiais;
9) O grande ciclo (definição das fases dessa vida);
10) I'Ching pela Tartaruga Mística.

O consulente recebe uma apostila com as suas informações e poderá gravar as explicações que duram em média 3 horas.

domingo, 31 de maio de 2009

Curso de Tai Chi

-Introdução

O Tai Chi Chuan se enquadra hoje como uma das mais eficientes técnicas corporais orientais, que apresentam efeitos terapêuticos dentro do organismo humano.
Esta arte marcial milenar, se desenvolveu na China, tendo sido reconhecido, no início do século passado, pelo seu governo, como um sistema preventivo de saúde para a população, razão pela qual recebeu incentivos progressivos por parte do mesmo.

-Por que praticá-lo?

Nos dias atuais, é cada vez maior a comprovação de que o mundo moderno proporciona aos seres, paralelamente à evolução tecnológica e aos muitos confortos materiais, um desgaste excessivo no processo de luta pela manutenção desse tão pautado estilo de vida.
O Tai Chi Chuan tráz consigo ensinamentos profundos da história e da filosofia de povos que conquistaram um maior equilíbrio entre as resoluções financeiras e a necessidade de manter a qualidade de vida das pessoas.
A execução pausada e simultânea de alguns movimentos, aliada à certas práticas de ordem interna como reeducação dos processos respiratórios e a profilaxia no sentido de não causar sobrecargas mentais contínuas, podem aliviar o cansaço e o stress, regular a pressão arterial, e muitos outros desequilíbrios.
Quando circulamos a "energia" de forma adequada pelo corpo, combatemos a ansiedade, melhoramos a auto-estima e transformamos o nosso trabalho em algo mais prazeroso, pois nossas faculdades primordiais não estão sendo esquecidas.

domingo, 24 de maio de 2009

Vídeos

Amigos(as) do Tai Chi,

Espero que todos estejam praticando os exercícios respiratórios para o fortalecimento da região toráxica. Aproveito o momento para mostrar a nossa forma do Tai Chi Shen (leque) no Jardim Botânico que causou um ótima impressão em todos os visitantes e outros alunos que estavam presentes. Espero inspirá-los a executá-la em suas práticas individuais.

Douglas Wenzel

sábado, 16 de maio de 2009

Prática para fortificar o sistema respiratório

Na China é muito comum as pessoas procurarem cuidar da saúde fortalecendo estruturas orgânicas relacionadas às estações do ano que estão por vir, ou seja, cuidar de problemas pulmonares, típicos do inverno, na estação precedente (outono). Sugiro, para esse fim, uma prática que formulei e costumo passar para os alunos:

– Duração de um mês

Orientações gerais:

Durante o período em que se pretenda ativar a força do centro respiratório, precisa-se cuidar para a qualidade do ar que se respira.
Procure executar as práticas em ambientes com ar puro e circulante.
Se estiver em recinto fechado, ascenda um incenso antes ou durante a prática, não se utilize de ar condicionados e certifique-se de que o local esteja adequadamente isento do excesso de pó.

Nesse período é conveniente que se pingue 3 a 5 gotas de essência de eucalipto embaixo do travesseiro, ou mesmo no lençol, próximo à cabeça.

Evite consumo exagerado de leite e derivados. Se for difícil faze-lo, dê preferência aos yogurtes, ricotas ou queijo tipo Cottage. Se possível substitua-os por outras fontes de cálcio e proteína. O espinafre, o repolho e as amêndoas são ricos em Ca, já o abacate, juntamente com as leguminosas como a soja, lentilhas, feijões, etc, possuem muita proteína.

O centro respiratório tem relação direta com o Tan Tien Médio. Para se obter um resultado mais profundo, recomendo que o praticante execute Tai Chi Chuan e exercícios complementares, a fim de fortalecer o Tan Tien Inferior, pois este serve de base energética para todos os outros.

Prática para a 1ª semana (exercícios):

Sentar-se calmamente e massagear um ponto do meridiano denominado do Vaso Concepção, de nº 17, ou seja, VC 17. Ele se localiza no centro do peito, sobre o osso esterno, entre os dois mamilos. Use a ponta do dedo indicador ou médio. Caso haja insensibilidade no local, pode-se usar o dedo polegar para dar maior pressão (5 minutos)

Levantar-se e exercitar-se sem se esquecer de colocar as mãos no Tan Tien Médio (sempre a mão esquerda por baixo da direita), respirando três vezes e sentido os batimentos do coração, ao término de cada exercício.

Arquear as mãos (2º da seqüência do Lian Gong):
Este movimento sugere um espreguiçamento com abertura do peito e dos espaços internos. Os pés ficam afastados com um distanciamento relativo à largura dos ombros. Encolhe-se os dois braços conjuntamente, de forma que as mãos gradualmente vão se fechando (podem ficar ocas por dentro quando estiverem totalmente fechadas), sem tensão nos dedos ou na palma (abdução escápulo-umeral). As mãos irão se posicionar na altura dos respectivos ombros, com a parte anterior dos antebraços e consequentemente, das próprias mãos (palmas fechadas), se projetando para a frente do praticante.
A postura preservará uma perpendicularidade dos antebraços em relação ao chão e os punhos não terão flexão ou torção. Faz-se a abertura do peito até o limite pessoal, movimentando simultaneamente os dois membros superiores, fazendo a abertura horizontal da articulação.
Seqüencialmente, os braços retornam à posição frontal (adução horizontal). Nessa
Projeção, os antebraços inclinarão aproximadamente 45 graus, de modo a quase formarem um triângulo à frente do corpo.
As mãos se abrirão lentamente, mais ou menos na altura do pescoço do praticante, e desta vez a figura geométrica de um triângulo apontando para o alto, será bem definida. O vértice superior será formado pela ponta dos dedos indicadores e a lateral de base se formará pela junção dos polegares. Não há necessidade de tocar os dedos.
Os cotovelos devem, neste momento, serem mantidos baixos para que o “Tchi” se transporte para as extremidades das mãos. Os ombros necessitarão de relaxamento, pelo mesmo motivo.
Procurar atentar par o pescoço que torce acompanhando o movimento dos braços, para os ombros e para as escápulas, sendo que o olhar acompanha hora uma mão, hora a outra, fazendo a troca quando estas estiverem à frente do corpo.
Finalmente a respiração que será conectada ao ritmo dos braços, inspirando quando o peito se “abrir” e as mãos se fecharem, e expirando no momento da projeção frontal, podendo-se formar um bico com a boca para direcionar o jato de ar ao centro do triângulo citado (27 vezes para cada lado).

Rodar os ombros, tocando os mesmo com os dedos:
Com os pés na mesma posição, toca-se a ponta de todos os dedos das mãos, simultaneamente nos músculos deltóides (extremidades dos ombros) e executa-se giros laterais, tendo como ponto de referência os próprios cotovelos, sem destacar os dedos da musculatura. Nesse instante, pode-se deslizar os mesmos nesse local, conforme a abrangência do círculo. (girar 27 vezes, inverter o sentido, e girar mais 27 vezes)

Expandir o peito (4º da seqüência do Lian Gong):
Pés na largura dos ombros e braços soltos ao longo do tronco.
Sua conformação inicia-se esticando os braços para frente, num sentido diagonal direcionado ao centro do corpo em projeção frontal, tendo como ponto de cruzamento as próprias mãos.
As mãos, ao se aproximarem, dão mais uma vez, a idéia do triângulo, porém aqui, uma delas toca o dorso da outra e ambas vão subindo juntas com os braços esticados até o alto. Haverá um revezamento na mão que sobe por cima da outra, podendo ser esta a que merecerá o acompanhamento do olhar. O praticante também poderá optar por ter a referência na mão que sobe por baixo. O importante é determinar o critério e executar o revezamento do olhar, direcionando-o quando da descida dos braços, uma vez para cada lado, alternadamente, sempre acompanhando a mão escolhida.
A descida se caracterizará por uma “abertura” da caixa toráxica, uma vez que os braços realizarão um arco ou semi-círculo cada um, iniciando no alto, desconectando as mãos, e conjuntamente, cada membro em seu próprio lado, descendo com ligeira projeção anterior (para trás da linha do corpo). No nível dos ombros, as palmas fazem uma gradual e suave torção, passando a apontar de cima para baixo, com os polegares que se projetavam para trás, passando a apontar para frente.
O movimento se completa com a nova junção das mãos pouco abaixo do nível pélvico. Durante todo este exercício, os membros superiores se mantém eretos, contudo sem exageros. Diz-se que eles devem ser como galhos no alto de uma árvore. Quando firmes demonstram que a seiva circula bem e há saúde no organismo.
Tentar executar respiração reversa, ou seja, inspira-se encolhendo a barriga quando da subida dos braços e expira-se relaxando a barriga quando da descida dos mesmos. (27 vezes para cada lado)

Segurar as mãos nas costas:
Mantendo a mesma posição dos pés a pernas, suspender um dos braços, dobrando-o sobre o ombro, de forma que a mão toque a parte superior das costas. O outro braço se dobrará latero-anteriormente, de forma que sua respectiva mão alcançará a porção média das costas. Será na coluna dorsal que as mãos tentarão se tocar, formando uma linha diagonal, levando-se em conta os dois antebraços.
Não há necessidade de conseguir tocar as mãos logo nas primeiras vezes. É interessante dobrar o tempo de permanência para o lado que apresentar maior dificuldade no alongamento.
Deve-se cuidar para não inclinar o pescoço na tentativa da facilitar a manobra com o braço. (1 minuto para cada lado)

Sentar-se novamento e massagear o ponto VC 17 por 5 minutos.

Prática para a 2º semana (respiração natural):

Apoiar-se nos dois joelhos e nas duas mãos (ficar de “quatro”):

Olhar para baixo, encaixando o quadril e formando uma “corcunda”, soltando todo o ar. Em seguida olhar para o alto, arrebitando o quadril e formando nas costas, uma curva para baixo, inspirando ao máximo. (27 vezes cada inspiração e 27 vezes cada expiração)

Respiração natural:

mãos no tórax (Tan Tien Médio) respirar 27 vezes
mãos no abdomem ( Tan Tien Inferior) respirar mais 27 vezes
mão esquerda no tórax e direita no abdomem, inspirando e expandindo primeiro o abdomem e depois o tórax. Ao expirar, murchar primeiro o abdomem e depois o tórax. (fazer a respiração completa por 72 vezes)

Prática para a 3º semana (pranayama):

Tanto essa como todas as outras posições sentadas, devem ser realizadas sem encostar a coluna em apoios. Caso haja dificuldades para se posicionar no chão, procure se utilizar de um banquinho sem encosto.

Controle da respiração (ao pé da letra este termo seria chamado, pelos chineses de “tchi kun”. Pranayama é o termo hindu):
Mão esquerda tocada no pescoço para contagem da pulsação através do fluxo sanguíneo pelas artérias carótidas superficiais. Caso o praticante consiga perceber seu coração pulsando, ou qualquer outra parte do corpo, o que não é muito fácil, pode repousar a mão esquerda sobre a perna. É de suma importância que se padronize as contagens desta prática da pulsação, para que ocorra um envolvimento, bem como um reconhecimento de ritmos e sons do interior do organismo.
A mão direita vai pinçar o nariz, controlando a entrada e saída de ar pelas narinas.
As mulheres começam inalando pela narina esquerda, então prendem o ar e exalam pela narina direita. Em seguida executam o inverso, ou seja, inalam pela mesma narina direita, prendem o ar e exalam pela esquerda, completando o ciclo. ( fazer 18 ciclos)
Para cada etapa de inalação, retenção e exalação de ar, contar sete pulsações. Esse número pode aumentar ou diminuir conforme a possibilidade e o bom senso de cada um.
Os homens devem inverter o ciclo, começando, portanto, com a narina direita.

Operando com os 7 orifícios superiores:
Procurar se serenar em posição confortável, sempre com a coluna ereta, tomando consciência da pulsação por todo o corpo. (5 minutos)
Fazer inspiração, retenção e expiração contando de preferência sete tempos.
A retenção será feita tapando-se os 7 orifícios da cabeça, usando os dez dedos das mãos da seguinte forma:
A boca será bloqueada com uma espécie de prega nos lábios, que será feita
pelo par de dedos anular e mínimo, como se fosse uma tesoura. O par da mão direita se encaixa no canto labial direito e o da esquerda, no canto esquerdo.
As narinas serão pressionadas com os dedos médios.
Os olhos terão sobre si os indicadores.
Os ouvidos deverão ser tapados com os polegares.
Obs.: ouvidos e narinas devem ser manipulados antes dos outros orifícios, uma vez que permitem uma pressão maior. Imediatamente realiza-se o bloqueio da boca e principalmente dos olhos com muita leveza. (fazer 18 ciclos)

Prática para a 4º semana (respiração reversa):

Esta é a respiração que trabalha a energia num nível mais profundo. Quando se contrai o abdomem no momento da inspiração, forma-se um impulso ascendente pelo tronco, além de uma massagem especial em todos os órgãos e vísceras ali existentes, proporcionada pelo aumento cíclico da pressão. Esse mecanismo, aliado à execução de exercícios específicos, preserva a recicla adequadamente a energia vital.

Treinamento Interno:
Em pé, com afastamento dos pés baseado na largura dos ombros e paralelos entre si, executar flexionamento dos joelhos soltando o ar, relaxando o abdomem, as plantas dos pés e os esfíncteres genitais, além de soltar os braços ao longo do corpo e abrir as mãos.
Num segundo momento, sobe-se o corpo moderadamente, de forma que os joelhos não cheguem a se esticar totalmente. Junto a isso, inspira-se, encolhendo o abdomem, as plantas dos pés e os referidos esfineteres. Os braços se erguem até o nível do diafragma com as mãos se fechando ocas por dentro, como se estivessem segurando um cabo. (começar no primeiro dia com 18 respirações, adicionando 9 vezes a cada um dos outros dias desta semana, terminando com 72 respirações no sétimo dia)

Boa sorte!!!